Ministério Público Militar discorda de punição por furto de armas do Exército
O Ministério Público Militar negou o pedido de prisão preventiva para seis militares do Exército suspeitos de paticiparem do furto de 21 metralhadoras, no dia 7 de setembro, de dentro do complexo onde fica o Arsenal de Guerra, na Grande São Paulo. Ate o momento, 19 armas continuam desaparecidas e são alvo de busca da polícia e do Exercito, dentro do inquérito militar que foi instaurado para a solução do caso.
Para o MPM, a as prisões são desproporcionais e a investigação não apresenta elementos suficientes para que os militares sejam presos, além de não ter levado em consideração o fato de que todos têm emprego e moradia fixa, além não terem antecedentes criminais.
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